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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
UMA BOA SEMANA
"A ave canta, mesmo que se parta o ramo, porque sabe que tem asas. Nós na hora da dificuldade ou da doença, deixamos de cantar. É assim porque não sabemos ver com vistas largas e profundas.
Porque só vemos, com as palas que temos nos olhos, aquilo que está mesmo diante de nós. Porque só confiamos no que tocamos e está à mão.
Pobre materialismo, tão infeliz...Voa tão baixo..."
P. Vasco Pinto de Magalhães, s.j.
Porque só vemos, com as palas que temos nos olhos, aquilo que está mesmo diante de nós. Porque só confiamos no que tocamos e está à mão.
Pobre materialismo, tão infeliz...Voa tão baixo..."
P. Vasco Pinto de Magalhães, s.j.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
LICENÇA SABÁTICA...
Não sei se acontece a muita gente, mas, neste momento, apercebo-me que ando há procura de respostas e só encontro perguntas...Terei que me isolar para me encontrar?
Terei que "parar" para depois dar o "passo" firme?
Sei que são fases da vida, as quais não quero nem devo "dramatizar", mas sei que terei que "arrumar" muito bem as emoções, e enfrentar com naturalidade o momento.
E se tirasse "uma licença sabática"?
Demorasse o tempo que fosse preciso, "eliminando " telemóveis que tanto me dispersam, os blogues, os emails, o Facebook, se conseguisse, e fazendo somente o que eu quisesse?
Acho que é isso que estou a precisar para encontrar respostas definitivas....
domingo, 29 de agosto de 2010
UMA BOA SEMANA
"Se"... Esta palavrinha é muito perigosa.
Pode-nos encher a vida de "condicionais", e levar a adiar tudo ou a desistir.
Se eu soubesse o que vai passar, se estivesse nessa situação, se fosse mais magro, se tivesse mais dinheiro, se não fosse a chuva...então seria, faria, aconteceria...
Mas só há uma maneira de viver: com o que sou, aqui e agora."
P. Vasco Pinto de Magalhães, s,j,
Pode-nos encher a vida de "condicionais", e levar a adiar tudo ou a desistir.
Se eu soubesse o que vai passar, se estivesse nessa situação, se fosse mais magro, se tivesse mais dinheiro, se não fosse a chuva...então seria, faria, aconteceria...
Mas só há uma maneira de viver: com o que sou, aqui e agora."
P. Vasco Pinto de Magalhães, s,j,
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
PARABENS MÃE SARA!
A avó Bacouca trocou o dia, mas eu sei que ela está sempre a pensar em nós! Até conseguiu confundir a Tia Rita e Afonso que era mais tarde!
Nem imaginas como ela ficou triste!
Tu sabes que ela anda um bocado com a cabeça "no ar", pois quando lá estivemos, a avó mostrou-me, entre outras coisas, uma agenda onde tem tudo apontado e eu juro que vi lá o teu nome.
Eu acho é que toda a família, confia numa característica muito evidente da avó: relações públicas. Quando lhe passa um acontecimento, uma situação que necessita de um telefonema, e ela se esquece, é como as peças de um dominó: tudo "cai" e ninguém se lembra!
Não estou a defendê-la...
A avó sabe que tens o melhor presente contigo!!!

Vais ver as festas que nós os dois, pelo menos, te vamos organizar quando eu for mais crescido! Acho que teremos umas ideias castiças!!!
A avó pensava meter uma fotografia tua (com essa cara bonita), mas depois achou que tinha mais significado esta que me tiraste e que traduz protecção, carinho e amor.
Tu e o Pai conseguiram que a Bacouca (ela deixa-me tratá-la assim!) perdesse o estatuto de sogra (que não gosta nada), para o de avó, que adora!.
No fundo, no fundo, tu mereces todas as prendas, mas ela diz que também recebeu uma e para ela é a melhor do mundo...
Mereces, por todas as razões, um grande beijo de parabens!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
ÁFRICA
Sem emoções não sei viver, fico sem alma! Tenho visto, nos blogues de amigos, referências a África: Angola ou Moçambique. Para eles, deixo este poema, que recebi sem indicação do autor.
Como nós o percebemos tão bem!!!

Como nós o percebemos tão bem!!!

"Quando te disse que era da terra selvagem
do vento azul e das praias morenas...
do arco-íris das mil cores do sol
com fruta madura e das madrugadas serenas....
das cubatas e musseques
das palmeiras com dendém
das picadas com poeira da mandioca e fuba também...
das mangas e fruta pinha
do vermelho do café
dos maboques e tamarindos dos cocos, do ai u'é...
das praças no chão estendidas com missangas de mil cores
os panos do Congo e os kimonos
os aromas, os odores...
dos chinelos no chão quente
do andar descontraído
da cerveja ao fim de tarde com o sol adormecido...
dos merenges e do batuque dos muquixes e dos mupungos
dos imbondeiros e das gajajas da macanha e dos maiungos.
da cana doce e do mamão da papaia e do cajú....
tu sorriste e sussurraste
"Sou da mesma terra que tu!"
MÃE E AVÓ QUÊ?... GALINHA???!!!
Mais uma vez o ninho vazio! Uma semana com a casa cheia, e agora o ritmo cronometrado pelos passos da Fernanda, pela entrada e saída do Vabenne, pelas horas que dispenso ao computador, à leitura, à música e por vezes, um encontro com amigas.Uma semana, em que nem me apercebia deste ritmo pois a minha atenção estava focalizada nas conversas com os meus filhos (a Sara sabe que não gosto nada da palavra sogra...),dos programas organizados conforme a vontade, as refeições com reboliço, as saídas de bicicleta, o abrir e fechar das portas e portão!
E ainda por cima, ter todo o tempo do mundo para partilhar todos os momentos com o meu neto! A avó sente saudades dos filhos mas do neto sente o coração mesmo muito apertado...
Há uma frase do Mia Couto que acho que define muito bem este estado:"sendo metade de mim a partir, eu sofria pelo dobro".
Vou deixar as "emoções" resfriarem um pouco e depois descrevo esses momentos passados com ele. Como é possível haver tanta "telepatia" e numa troca de olhares e expressões tanto transmitirem duas pessoas não esquecendo que uma tem 11 meses e a outra 672 meses?!!!
Julgo não ser uma avó galinha mas que o Vasquota é especial é......
domingo, 22 de agosto de 2010
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